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    SUA LOJA NA TELINHA

    July 21, 2016 by in category Uncategorized with 0 and 0
    Home > Blog > Uncategorized > SUA LOJA NA TELINHA

    SUA_LOJA_NA_TELINHA

    Os números não mentem: quem tem um e-commerce e ainda não lançou versões para smartphones e tablets está perdendo dinheiro

    O ano passado foi marcado por uma explosão nas compras por smartphone e tablets feitas no Brasil. O comercio online faturou R$ 7 bilhões com vendas pelas telinhas dos dispositivos móveis, um aumento de 50% em relação a 2013 – o número já representa 10% do total de vendas pela internet no país. Para este ano, a expectativa é que o valor ultrapasse a marca de R$ 10 bilhões, de acordo com pesquisa do serviço de pagamentos PayPal.

    Não são apenas os gigantes que ganham com essa tendência. Em 2013, a franquia de minissanduíches Vininha, empresa de Curitiba com presença nos estados do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo, tinha 15% dos acessos a seu número chegou a 40%. As vendas pela plataforma móvel são hoje responsáveis por 7% do faturamento das 25 lojas, estimando em R$ 10 milhões ao ano.

    A explicação para esse crescimento está nos esforços da empresa para capitalizar o boom de consumo da classe C. Esse segmento da população representa a maior fatia de proprietários de smartphones no Brasil (36%), segundo pesquisa da Kantar Worldpanel. “É o público do nosso produto, então decidimos que valia a pena reformular o site para que funcionasse melhor nos celulares”, afirma Edivan Trevizan, sócio da rede. A página da Vininha tem design responsivo – ou seja, é redimensionado automaticamente de acordo com o tamanho da tela do aparelho usado. O próximo passo é construir uma versão exclusivamente móvel.

    Investir em um aplicativo próprio ainda não está nos planos. Um passo como esse, no entanto, pode facilitar a compra, segundo Daniel Cardoso, diretor da Universidade Buscapé e especialista em e-commerce. “Um aplicativo pode ser posicionado na tela inicial, sempre ao alcance do dedo. É importante ganhar a atenção de um possível comprador em seu ambiente pessoal, em seu smartphone.”

     

    PRONTAS  PARA VENDER

    Conheça algumas plataformas que hospedam e gerenciam sua loja móvel

    FASTCOMMERCE.COM.BR

    O site abre o código HTML para que o lojista faça suas personalizações e permite o envio de SMS com o status dos pedidos. Todos os recursos são liberados para qualquer plano. A partir de R$ 139 ao mês + R$ 400 de inscrição

    LOJA INTEGRADA.COM.BR

    Sistema gratuito para quem deseja montar uma loja simples, com até 50 produtos. Se quiser cadastrar mais produtos, o lojista poderá optar por uma versão paga, mais robusta. Gratuito

    LOJAMESTRE.COM.BR

    A plataforma não cobra por pageviews, e sim pelo número de produtos cadastrados. Tem integração com o Mercado Livre, que possibilita exportar produtos para vende-los no marketplace. A partir de R$ 89,99 ao mês

    NUVEMSHOP.COM.BR

    Permite instalar gratuitamente aplicativos que melhoram a funcionalidade do comércio. Com esses apps, por exemplo, é mais fácil monitorar os preços dos concorrentes R$ 60 por mês

     

    LIÇÃO DE CASA

    Segundo Daniel Cardoso, diretor da Universidade Buscapé, os varejistas precisam aprender o básico antes do investir na venda de produtos por smartphones

    A venda online deve ser fácil. Pelo celular, então, precisa ser imediata. Tudo deve ser resolvido com apenas um clique – nem pense em pedir o número do cartão de crédito várias vezes. “Para oferecer essa experiência gratificante no dispositivo móvel, as lojas brasileiras ainda precisam evoluir bastante”, diz Daniel Cardoso, diretor da Universidade Buscapé. Abaixo, ele aponta o caminho para conquistar o consumidor pelo dedo.

    Por que o crescimento do comércio móvel foi tão grande em 2014?

    Esse movimento tem mais a ver com a penetração dos celulares no mercado do que com a melhoria das lojas online. Quatro anos atrás, as pessoas não tiravam o smartphone do bolso por medo de assalto. Hoje, todo mundo usa o aparelho no metrô e pesquisa nos sites antes de comprar algo. Se as lojas estivessem preparadas para receber esse tráfego, o mercado mobile teria o dobro do tamanho. Ainda precisamos comer muito feijão para termos bons sistemas no Brasil. Mesmo entre os grandes, poucos oferecem boas experiências de compra, como fazem a Netshoes e a Livraria Cultura.

    E o que seria uma boa experiência?

    A venda online tem como premissa a facilidade – você compra e recebe o produto em casa. No mobile, então, as pessoas querem comprar com um dedo. O site móvel ou o aplicativo precisam ser objetivos e não devem exigir nem mesmo que o usuário digite o número do cartão. As letras precisam ser grandes, a organização por abas deve ser intuitiva e as fotos têm de estar em um tamanho bom para visualização – este último detalhe é fundamental.

    Qual é a melhor opção de loja: site responsivo, versão exclusiva para dispositivos móveis ou aplicativos?

    As empresas devem encarar a escolha como uma escalada. A primeira coisa, obrigatória, é ter um site responsivo. Quando a loja vai ganhando musculatura e pode investir mais, aí é a hora de desenvolver uma versão móvel, só que isso criar a necessidade de gerenciar dois sites – um feito para desktops, outro para celulares. Já as grandes empresas devem partir direito para os aplicativos, que ficam na tela do usuário o tempo todo e fidelizam mais.

    Uma tendência nos Estados Unidos é oferecer promoções exclusivas para os apps. Isso faz sentido no Brasil?

    É bem interessante, sim, para quem já fez a lição de casa. Mas acontece que a maioria dos comerciantes no Brasil nem sequer vende pela internet ainda. E quem faz não tem uma boa versão móvel do site. Então, nem adianta pensar em ações especiais se o básico ainda não está sendo oferecido.

     

    OLHO VIVO

    É PRECISO TOMAR CUIDADO NA HORA DE ESCOLHER UMA PLATAFORMA PARA SEU E-COMMERCE

    Comece com uma ferramenta mais simples e barata para depois investir em um sistema mais parrudo, quando a loja estiver crescendo.

    Jamais contrate um serviço de loja online antes de navegar em seu painel de controle. Veja se é fácil cadastrar produtos e se o sistema atende a todas as suas necessidades de personalização.

    Verifique se a plataforma tem um sistema para posicionar bem os produtos no Google. Um bom teste é ver se os itens de outros clientes dessa plataforma estão bem ranqueados nas buscas.

    Se você tiver uma loja física com ERP, é importante já começar com o site conectado a esse sistema para facilitar o gerenciamento. A plataforma precisará ser compatível.

    Verifique se serviço oferecer suporte e segurança à sua loja. Veja também se o contrato com esse fornecedor prevê a exportação de seus dados, caso queira trocar de plataforma no futuro.

    Sistema de loja virtual costumam cobrar pela quantidade de pageviews. À medida que sua loja for crescendo, refaça as contas e veja se vale a pena continuar na plataforma.

     

    OS NÚMEROS DO MOBILE E-COMMERCE NO BRASIL

    70% dos donos de smartphones e tablets já usaram o aparelho para comprar em 2013 eram 57%

    60% fizeram pedidos pelos sites das lojas

    32% compraram em lojas de aplicativos, como a App Store

    24% já usaram apps de e-commerces, como o da Amazon

    10% pagaram por serviços via SMS (como conteúdo de futebol, horóscopo etc.)

    32% dizem que os sites são mal configurados para o celular

     

    POR MARCO ZANNI

     

     

     

     

     

     

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