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    UMA NOVA EXERIÊNCIA DE VENDA

    July 21, 2016 by in category Uncategorized with 0 and 0
    Home > Blog > Uncategorized > UMA NOVA EXERIÊNCIA DE VENDA

    UMA_NOVA_EXERIÊNCIA_DE_VENDA

    Descubra se vale a pena colocar seu e-commerce em um shopping virtual

    Os shoppings virtuais são o novo fenômeno do e-commerce brasileiro. Os marketplaces, sites que reúnem dezenas de grandes varejistas – e um número ainda maior de pequenos lojistas – encerraram 2014 com 55 plataformas em operação, em comparação a 35 no ano anterior, segunda a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Ao se aliar a uma grande vitrine digital, lojista consegue mais exposição para sua marca e se beneficia do tráfego desses sites. Outra vantagem é que a associação a outras empresas, muitas delas de grande porte, gera confiança no consumidor. “A plataforma proporciona simbiose. Os pequenos se aproveitam da força de um grande, que também tira proveito da situação, porque ganha a chance de explorar novos nichos”, diz o presidente da ABComm, Maurício Salvador. Confira ao lado como funcionam esses sites de compras e de eu modo se associar a eles.

     

    COMO FUNCIONA

    1 A PROPOSTA

    A lógica é a do one stop shop: em apenas um lugar, é possível comprar eletrônicos, roupas, artigos de beleza etc. Há dois modelos possíveis. No primeiro, o portal é comandado por um grande varejista, que passa a abrigar outras operações de e-commerce e, dessa maneira, oferta produtos que não possuía em seu catálogo. No segundo, o site é administrado por uma empresa de tecnologia, que integra as lojas virtuais. As grandes marcas são chamariz, e uma série de pequenos empreendimentos disponibilizam produtos diversos.

    2 O MODELO

    O consumidor acessa um shopping virtual, escolhe o produto e finaliza a compra. Na maioria dos casos, o pagamento é realizado diretamente para o marketplace, que depois repassa o valor – com os descontos cabíveis – ao lojista. A liberação do pagamento ocorre, geralmente, após a entrega do produto ao cliente final. Os shoppings fazem toda a intermediação das negociações entre cliente e varejista, desde as reclamações até os pedidos de troca. Ao vendedor, cabe entregar o item no prazo combinado com o cliente

    3 A DIVISÃO

    A proliferação das plataformas desse tipo nos últimos dois anos levou a uma segunda fase do fenômeno: a segmentação. O conceito de “encontrar tudo em um lugar” continua valendo, mas desenhado por áreas específicas. Há sites especializados em moda e em produtos farmacêuticos, por exemplo. “No varejo tradicional, os pequenos polos dedicados a segmentos particulares sempre existiam, com as lojas de móveis na Teodoro Sampaio [rua da cidade de São Paulo]. Isso está sendo replicado nesses shoppings virtuais”, diz Ricardo Michelazzo, presidente da consultoria de varejo GS&ECOMM.

    4 O INGRESSO

    Para quem quer se associar a um marketplace, há duas possibilidades. Se o empreendedor já tem um e-commerce, é possível integrar sua loja ao shopping virtual. Se não possui, pode montar uma loja diretamente no portal – e daí o custo será menor. É comum os sites oferecem orientação e conteúdo de suporte a varejista iniciantes. Dá para escolher entre uma opção mais básica (com o cadastro da loja, o upload de fotos e a descrição dos produtos) e uma loja mais customizada (com logotipos, banners etc.).

     

    A HORA DA ESCOLHA

    Antes de se associar a um marketplace, siga estes quatro passos

    Confira as taxas

    Verifique se o marketplace cobra taxa de associação, mensalidade ou anuidade. Lembre-se de que a mensalidade será um custo fixo: mesmo que você não venda nada, terá de arcar com a despesa.

    Cheque a comissão

    Diversos sites preferem cobrar comissões, que podem variar de 5% a 20% das vendas. Verifique se os valores incluem os custos, com o processamento dos meios de pagamento (cartão de crédito, por exemplo).

    Fale com vendedores

    Entre em contato com lojista associados ao portal. Eles poderão dizer se o site oferece orientação de qualidade, se a parte técnica funciona e se as taxas e as comissões cobradas não inviabilizam o negócio.

    Considere a loja própria

    Caso tenha aberto seu varejo dentro de um portal, avalie se está na hora de declarar independência. “Quem tem loja própria pode integrá-la a vários marketplaces”, diz Michelazzo, da GS&ECOMM.

     

    TRÊS PORTAIS QUE DÃO SUPORTE A PMES

    Elo7

    Especialista em artesanato, está no ar desde 2008 e tem 80 mil varejistas. Cobra comissão de 12% sobre as vendas. Oferece dicas de gestão e atendimento a novos associados.

    Vitrine Catraca Livre

    Tem foco em roupas e acessórios. São 3.700 estilistas, 70% deles pequenos empresários. A comissão é de 20% sobre as vendas.

    Rakuten Shopping

    Com mais de mil lojistas, o portal cobra mensalidade de R$ 199, mais 11% de comissão. Fornece consultoria e cursos de controle financeiro.

     

    POR FELIPE DATT

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